Arquivos do Departamento de Justiça mencionam transferências de até US$ 12 milhões; defesa da apresentadora nega qualquer irregularidade
O nome da apresentadora brasileira Luciana Gimenez tornou-se um dos tópicos mais discutidos globalmente após a divulgação de novos documentos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Os registros, vinculados à investigação do financista Jeffrey Epstein, citam transações financeiras datadas entre os anos de 2014, 2018 e 2019.
De acordo com os arquivos tornados públicos, Gimenez aparece como destinatária de transferências que somam aproximadamente US$ 12 milhões (cerca de R$ 62 milhões na cotação atual). A citação do nome da brasileira em um dos casos criminais mais notórios de Nova York gerou uma onda de especulações e pedidos de esclarecimento nas redes sociais.
A assessoria de Luciana Gimenez reagiu prontamente, afirmando que a apresentadora jamais teve qualquer envolvimento em atividades ilícitas ou relação pessoal estreita com Epstein. A defesa ressalta que as menções em documentos oficiais não significam, por si só, a existência de crimes, podendo tratar-se de movimentações ligadas a terceiros.
Especialistas jurídicos explicam que o Departamento de Justiça continua rastreando a rede de contatos e o fluxo de capital de Epstein para identificar possíveis cúmplices ou ativos ocultos. Até o momento, não há qualquer acusação formal contra a apresentadora, e o caso segue sob sigilo em diversas frentes de investigação nos Estados Unidos.